Investigação divide suposto esquema na Santa Casa em dois núcleos empresariais
A investigação que levou a presidente da Santa Casa de Campo Grande, Alir Terra Lima, e outras cinco pessoas à prisão sustenta que as suspeitas de fraude funcionavam em duas frentes ligadas pela própria estrutura administrativa do hospital. De um lado, está o contrato firmado com a Redvalue para digitalização de prontuários e outros documentos. De outro, as sucessivas contratações feitas pela Operadora Santa Casa Saúde com empresas vinculadas ao advogado Paulo da Cruz Duarte. Segundo o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), Alir ocupava a posição central dessa estrutura. A investigação afirma que, como presidente da Santa Casa, ela tinha poder para nomear pessoas em postos estratégicos, manter contratos, controlar a estrutura administrativa e permitir que recursos chegassem aos núcleos empresariais investigados. Alir foi presa preventivamente na sexta-feira (11), durante a Operação Antidotum. Também foram presos Paulo Guilherme Guttierrez Mariosa, Rinaldo Hakme Romano, Mauríc..
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