Nove anos após crime, Paraguai cobra condenação de assassino de jornalista
Nesta segunda-feira (16) faz nove anos que o jornalista paraguaio Pablo Medina, 53, e sua assistente Maribel Antonia Almada Chamorro, 19, foram executados a tiros na fronteira do Paraguai com Mato Grosso do Sul. Repórter investigativo do jornal ABC Color, o mais influente do Paraguai, Medina voltava de uma reportagem na zona rural de Villa Ygatimi, perto de Paranhos (MS), quando foi tocaiado na estrada. Ele e Antonia foram mortos a tiros de escopeta calibre 12 e de pistola 9 milímetros. O crime foi encomendado pelo ex-prefeito de Ypehjú (cidade separada por uma rua de Paranhos), Vilmar Acosta Marques, o Neneco, após Pablo Medina publicar reportagens ligando a família do político ao narcotráfico. Procurado pela Justiça paraguaia, Neneco foi capturado no dia 4 de março de 2015 entre os municípios de Caarapó e Juti, em Mato Grosso do Sul. Em dezembro de 2017, foi condenado a 39 anos de reclusão e cumpre pena no Paraguai. Entretanto, os dois autores materiais do duplo assassinato estão pre..
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