Fora da sala, professora é feliz vendendo cappuccino com paçoca
Quando problemas de saúde afastaram a professora Marcilenny Corrêa Lima, de 37 anos, das salas de aula, o 'Caseirinho Cappuccinos’ veio como uma salvação em 2020. Os cappuccinos, que antes eram compartilhados somente com as amigas, viraram empreendimento para ela que também faz doces à base de café. Marcy, como é conhecida, relata o motivo de ter feito dos caseirinhos um produto que hoje em dia é adquirido até por empresas. “Eu era professora auxiliar num colégio particular, tive problemas de saúde, na coluna e precisei parar de trabalhar. Eu já fazia os cappucinos para tomar em casa e comecei a ter isso no coração de começar a vender”, diz. No começo, a empreendedora comenta que se questionou se alguém iria se interessar pelo produto, mas mesmo assim ela seguiu em frente. “Eu ficava pensando que ninguém iria querer comprar os cappucinos e quando começpi a pandemia resolvi tentar. Criei a embalagem, fiz as provas com meus amigos, eles gostaram. Comecei a vender e deu super certo”,..
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