Morta aos 3 anos, Rafaela é prova que falha na proteção de crianças é antiga
Há 13 anos, a foto da menina risonha, usando chapéu de bruxinha e com uma abóbora de papel nas mãos, ilustrou reportagens para tratar de caso que terminou em tragédia, em Campo Grande. Rafaela Dutra de Oliveira Porto teria, hoje, 16 anos, mas morreu aos 3 anos e 3 meses de idade, vítima de maus-tratos ocasionados pela mãe e pelo padrasto. Os dois foram julgados e condenados pelo crime. A sequência que antecedeu a morte de Rafaela apresenta similaridades com o mais recente caso de agressão e morte de criança em Campo Grande e que causou comoção nacional: o da menina de 2 anos e 7 meses, residente na Vila Nasser. Como no outro caso, mãe e padrasto também foram acusados, mas com agravante: pelo laudo, a criança foi agredida e estuprada. Rafaela morreu no dia 28 de fevereiro de 2010, depois de ser socorrida na Santa Casa. A menina morava em casa humilde, no Bairro Amambaí, com a mãe, a atendente de padaria Renata Dutra de Oliveira, e o técnico em informática Handerson Cândido Ferreira, à é..
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