Defesa de estagiário investigado por tráfico alega que provas são frágeis
Por meio de nota, a defesa do estagiário de Direito Renan Maycon Carneiro da Silva, de 29 anos, investigado na Operação Bloodworm por envolvimento com a facção criminosa CV (Comando Vermelho) e por tráfico de drogas, disse que as provas contra o seu cliente são frágeis e precipitadas. Conforme o texto encaminhado pela advogada Telesca Campara, é de extrema importância que seja respeitado o princípio da presunção de inocência aplicado ao seu cliente, o qual sempre desempenhou com zelo suas atividades profissionais. “Até o presente momento, os indícios probatórios constantes dos autos são frágeis e precipitados, não sendo possível discutir o mérito das acusações de maneira precisa e subjetiva, tendo em vista a denúncia ter sido ofertada na data de 22 de maio de 2023, estando portanto o processo em sua fase inicial”. De acordo com a nota, desde o ocorrido Renan se colocou à disposição das autoridades com o objetivo de constatar a realidade dos fatos, oferecer esclarecimentos e colaborar c..
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