Dinheiro suspeito escoou de editora alvo do Gaeco para garagens e conveniências
Ao seguir o dinheiro, classificado como “escoado dos cofres públicos”, a Operação Gutenberg, deflagrada em 7 de julho pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), encontrou o envio de valores da Editora Avante, apontada como epicentro de um esquema de corrupção, para garagens e conveniências em Campo Grande. Como se trata de um procedimento investigatório e não uma denúncia, o documento não especifica qual a acusação contra cada citado. Contudo, a quebra do sigilo bancário na investigação, que está em curso desde 2023, identificou valores para empresas suspeitas até de serem fantasmas. Caso do Centro Automotivo Movi, que em documento de 2024 aparecia com sede no Bairro Tijuca, em Campo Grande. A atividade principal era de oficina mecânica, mas também estava apta para comércio de carros. O responsável pela empresa era Matheus Oliveira Peixoto. Ele é filho de Joatan Gomes Peixoto, que foi um dos administradores da Avante durante o período da apuração. Pai e fi..
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