Aos 92 anos, Floriza faz máquina centenária continuar “trabalhando”
Sem deixar com que a passagem dos anos diminuísse a força para viver, Floriza Vieira Dias mostra que os números pouco importam quando o cotidiano funciona. Aos 92 anos, a moradora do bairro São Francisco não abandona a coleção de plantas e faz até com que uma máquina de costura centenária continue “trabalhando”. “Quando a gente se mudou, aqui só tinha trilheiro para passar. Era terra por todo lado e só algumas poucas casas”, relembra sobre o bairro. Desde quando ela e a família começaram a transformar o espaço em lar, passaram mais de 50 anos. Zelosa desde a época em que morava na área rural, Floriza narra que sempre gostou de cuidar do que era seu. Talvez por isso não quis deixar a casa para trás quando perdeu o marido e, ao invés de cair na tristeza, continuou transformando o espaço. Integrando as histórias acumuladas durante seus mais de 90 anos, a moradora narra que a máquina de costura foi um presente do sogro. “Ela é de 1910, era da minha sogra e foi meu sogro quem me deu. Nunca ..
Continue Reading
