Xodós, Fusca e Chevette dos anos 70 viram “máquina de fazer amigos”
Rogério Leite, 43 anos, e Amauri de Moraes, 53, não querem saber de carro novo. Para eles, tecnologia não se compara ao prazer de ter um carro antigo. Aqui, o que importa não é o conforto. Isso eles deixam para a hora de dormir, a cargo da cama. Na visão dos dois, carro antigo não é só veículo, é uma máquina de fazer amizade. “Isso é fábrica de fazer amigos. Se eu parar com carro novo ninguém vai conversar comigo. Onde eu paro faço amizade”, diz Amauri. Rogério concorda com a mesma convicção, mas do jeito dele. “Eu não troco nenhum por carro novo de jeito nenhum. Conforto a gente tem na cama”. A frase resume uma escolha que vai além do gosto por motores antigos. Para eles, esses carros são parte da rotina, da família e da própria identidade. Não ficam guardados apenas para exposição. Os dois circulam com eles pela cidade, levam filhos para a escola, vão ao mercado, aparecem em praças, encontros e churrascos. Os dois estavam no 2º Encontro de Carros Antigos do Rancho do Galo. Localizado..
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