Max Wilian Romana dos Santos, de 34 anos, foi contido por pessoas que estavam no local após se envolver em acidente com outros dois veículos e tentar fugir, na tarde deste domingo (6), em Campo Grande. Quando a Polícia Militar chegou, encontrou o motorista caído no chão, com as pernas amarradas. Ele apresentava sinais de embriaguez e tinha registro de evasão do sistema prisional. Em junho de 2017, Max foi condenado a 20 anos e oito meses de prisão pelo atropelamento que matou Rafael Souza Carmo, de 25 anos, e feriu Pâmela Kethelyn Conceição Valejo, ex-namorada dele. O crime ocorreu em julho de 2016, no Bairro Mata do Jacinto. Na época, o Tribunal do Júri o condenou por homicídio qualificado e tentativa de homicídio, com pena em regime fechado. Conforme o boletim de ocorrência deste domingo, uma equipe de Rádio Patrulha fazia rondas pela região do Bairro Monte Castelo quando se deparou com o acidente envolvendo três veículos. Testemunhas relataram que Max tentou deixar o local após a colisão e, por isso, foi contido até a chegada dos policiais. Durante a abordagem, os militares constataram que o motorista estava alterado, nervoso e apresentava sinais de embriaguez. Consulta ao sistema policial também apontou registro de evasão do sistema prisional, mas o boletim não detalha as circunstâncias. Além do Chevrolet Corsa conduzido por Max, um Fiat Argo e uma Ford Ranger se envolveram no acidente. Uma equipe do BPTran (Batalhão de Polícia Militar de Trânsito) foi acionada para atender a ocorrência. Segundo o registro policial, Max se recusou a fazer o teste do bafômetro. Diante dos sinais apresentados, os policiais elaboraram termo de constatação de embriaguez e aplicaram auto de infração. O motorista sofreu escoriação no lado esquerdo do rosto e um arranhão no punho direito. Ele foi levado algemado no compartimento de segurança da viatura até a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol.

